Hoje eu descobri a importância de fazer o que quero. E a importância de estar com quem eu amo. Descobri que vale a pena se arriscar para ter momentos bons. Riscos trazem prazer depois que a gente sai deles! Descobri que, apesar de eu sempre dar importância em outras coisas, que são, de fato, importantíssimas pra mim, existe um outro lado. O lado em que eu deixo de fazer essas coisas pra fazer outras, que me dão mais prazer. Quer realmente seguir esse meu conselho? Tudo bem. Mas cuidado: precisa VALER A PENA.
Descobri que, quanto mais eu tento parecer estar calma, mas eu pioro as coisas. Só estando calma de verdade, e sem tentar fingir, é que a pessoa a quem eu quero mostrar isso vai notar a minha calma e tranqüilidade. Ou seja, sentimentos não se escondem nunca. A não ser que você seja realmente bom em fingir. Às vezes, eu sou.
Às vezes penso que as pessoas vão me abandonar pelo fato de eu ter mudado fisicamente, mas talvez esse não seja o caso. Talvez as pessoas ainda gostem de mim pelo meu interior, por aquela pessoa que, lá dentro, eles conhecem. Alguns, muito bem. Minha mãe concorda com essa tese, mas eu ainda tenho dúvidas sobre isso. Acho que existem sim, pessoas que ligam para a aparência de alguém para gostar delas. Ou não?
Conversei com uma amiga hoje sobre depressão. Ela disse que teve um início dessa doença. Se for verdade, que bom, ela sabe o que eu venho sentindo. Vontade de se excluir, nada tem graça, uma infinita quantia de lágrimas que são guardadas dentro do coração e que, a qualquer momento, podem desabar de seus olhos. Um mundo preto e branco.
Sinto uma mudança nisso quando faço as coisas que eu gostaria de fazer, pelo simples acaso do momento. A minha felicidade volta a aparecer.
É quando eu chego em casa, que vejo que essas coisas também me fazem um mal quase incorrigível, a culpa e o arrependimento, sentimentos diariamente sentidos por mim, que eu já estou acostumada. Ou seja, me vem uma pergunta sem resposta: é momentâneo? Pode ser, pode não ser. Eu ainda não sei, mas pretendo descobrir.
Eu gosto de descobrir as coisas. Eu acho que eu sou diferente de todos, acho que vejo o mundo com olhos diferentes. E quando dou conta disso, me sinto muito especial! Vejo que eu tenho alguns talentos que outras pessoas não têm (pode parecer egoísta, mas é muito bom ver que outros não conseguem fazer o que você consegue). Provavelmente esse foi um dos motivos que desencadearam o meu dia de descobertas pra ser feliz: observar o mundo de uma maneira só minha, uma maneira especial, talvez seja o caminho para a felicidade. Tentar ver o mundo como ele é, tentar entender as pessoas, suas atitudes, entender as coisas, a finalidade delas, e a importância de cada uma.
Pessoas e atitudes. Coisas que eu não compreendo, mas ao mesmo tempo, compreendo. Simples: frescura ou falsidade. E isso é da natureza de cada ser humano. Cada um é de um jeito: uns são frescos, outros são falsos, outros são totalmente manipulados pelos frescos e falsos... E algumas peças-raras que são os três tipos ao mesmo tempo. Graças a Deus, eu me vejo como um dos muitos seres humanos que contêm as exceções: Leal, verdadeira, sincera e amiga de verdade. Espero que isso não seja ilusão, pois estas são outras das minhas características, presentes divinos, que eu mais prezo em mim! A vontade que eu tenho, é nunca descobrir que eu sou o contrário disso, pra mim, seria decepcionante.
E, em um dia, um só dia. Eu descobri muitas coisas. Pra você talvez, pois pra mim, foram poucas. Sei que ainda vou descobrir muito ao longo dos próximos dias, das próximas semanas, dos próximos meses, dos próximos anos, e assim por diante... Da vida. A vida que eu ganhei, a minha vida, a vida que eu vou cuidar, a vida que vai ser escrita e desenhada com a história de uma pessoa no meio de aproximadamente seis bilhões: a minha história.
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